domingo, 6 de maio de 2012

Rolls-Royce

Rolls-Royce lança versão super luxuosa do Phanton

Marca inglesa apresenta em Pequim o Phantom com entre-eixos estendido, completando a família que já contava com sedã, cupê e conversível. Comprimento é superior a seis metros


 (Rolls-Royce/Divulgação)


O face lifit da linha Phantom foi apresentada em março, no Salão de Genebra, mas a Rolls-Royce guardou para o Salão de Pequim o lançamento da carroceria com entre-eixos estendido. Esse modelo completa a família, que já contava com um sedã, um cupê e um conversível. São mais 25cm de espaço na parte de trás, completando 6,09m de comprimento e 3,82 de entre-eixos. O lançamento na China não foi por acaso, já que aquele é o maior mercado da Rolls-Royce.


Mesmo reestilizado, alguns elementos permanecem nesse modelo, como o formato do radiador (o arco dórico) e a estatueta alada denominada Spirit of ecstasy. Para evitar qualquer vandalismo, a imagem feminina pode ser recolhida para dentro do capô. O interior também mescla elementos tradicionais e tecnológicos, traduzidos na imagem de um relógio analógico que, com o toque de um botão, entra para o painel e dá lugar a uma tela multifuncional. Nessa telinha, por exemplo, é possível visualizar várias câmeras ao redor do veículo e também acessar a navegação por satélite com mapa em 3D.


Com entre-eixos estendido, o veículo mede 6,09m de comprimento (Rolls-Royce/Divulgação)
Com entre-eixos estendido, o veículo mede 6,09m de comprimento


A porta traseira abre em sentido oposto ao convencional e em seu interior existe espaço para guardar um guarda-chuva exclusivo. O piso é plano e o tapete é feito em lã. Para dar privacidade e segurança, os bancos individuais são posicionados para que a cabeça do passageiro fique emparelhada com a coluna C. Além dos 25cm adicionais para as pernas, é possível relaxar assistindo TV ou DVD nas telas individuais de 12 polegadas.

Apesar dos arremates quadrados do modelo, traseira é mais arredondada (Rolls-Royce/Divulgação)
Apesar dos arremates quadrados do modelo, traseira é mais arredondada



ARTESANAL Símbolo maior do luxo sobre rodas, os materiais que compõem um Rolls-Royce são escolhidos com muito cuidado. Para obter um couro impecável, livre de marcas, o gado é criado em um ambientes aberto, sem espinhos ou arame farpado. Cada uma das 450 peças de couro que compõem o interior desse Phantom é cortada a laser e costurada à mão. Dependendo da configuração, o veículo pode receber até 43 partes em madeira. Para garantir a uniformidade, cada conjunto de madeira deve vir da mesma árvore. Na fábrica de Goodwood, na Inglaterra, existem apenas dois robôs usados na pintura. No mais, são cerca de mil funcionários, como os artesãos que trabalham com madeira e couro.

 (Rolls-Royce/Divulgação)



USINA
E como fazer para que um veículo com 2.694kg alcance aceleração até os 100km/h em 6,1s e velocidade máxima limitada eletronicamente de 240km/h? Dá-lhe um motorzão V12 de 6.75 litros, com injeção direta de combustível, que gera 460cv de potência e 73,4kgfm de torque (75% disponíveis já às 1.000rpm). A caixa automática de oito velocidades é nova.


O Phantom pode ter até 43 partes em madeira, todas da mesma árvore (Rolls-Royce/Divulgação)
O Phantom pode ter até 43 partes em madeira, todas da mesma árvore


Para aumentar o conforto, além do ganho em espaço,  bancos individuais (Rolls-Royce/Divulgação)
Para aumentar o conforto, além do ganho em espaço, bancos individuais




Antigos

A festa dos antigos

Além das centenas de automóveis, havia barracas de peças, antiquários, acessórios, literatura e muitos artefatos do passado. Nem a chuva torrencial arrefeceu os ânimos

Graham Paige de 1928 (D) foi eleito Best of Show em Lindoia. Ao lado, o Hupmobile de 1928 (Boris Feldman/EM/D.A Press) 

Graham Paige de 1928 (D) foi eleito Best of Show em Lindoia. Ao lado, o Hupmobile de 1928









Nem a chuva que caiu sobre a cidade no fim da semana passado conseguiu apagar o brilho do 17º Encontro Paulista de Automóveis Antigos, promovido pelo casal Edenise e Nilson Carratu: centenas de veículos, barracas de peças e automobília, antiquários e um público estimado em mais de 100 mil pessoas mostraram que o antigomobilismo não para de crescer no país, chova ou faça sol...

Na verdade, houve menos automóveis nesta edição do evento, pois o casal Carratu decidiu – a partir deste ano – retirar do encontro de antigos os hot-rods – carros antigos com mecânica moderna. E marcou a festa das “feras” para agosto. Mesmo assim, foram mais de 300 relíquias antigas levadas por colecionadores de todo o país, e outro tanto exibido em estandes para venda.

O encontro de Águas de Lindoia já se firmou como o grande evento comercial de antigos. Quem quer comprar um automóvel, moto, jipe, picape ou caminhão não volta de lá com as mãos abanando. Tem de tudo para todos os gostos e bolsos. Por outro lado, quem está restaurando um veículo ou decorando sua garagem dificilmente não encontra a peça ou acessório procurado.

Tatraplan, 1950  (Boris Feldman/EM/D.A Press)
Tatraplan, 1950


"VENDE-SE"Nesta 17ª edição, o evento cristalizou sua vocação para o comércio de tal forma que os melhores e mais valiosos automóveis não estavam expostos por colecionadores, mas pelos lojistas. O carro mais raro em Lindoia era um Horch 1939 conversível, a ser recuperado, oferecido por João Siciliano, da JS Automóveis. Por outro lado, na barraca Alfa Service eram oferecidos um “Tempo Matador”, de 1948, famosa picape alemã, e uma elegante lancha antiga de madeira, uma Skinboat, de 1968, fabricada nos estaleiros Max. Outro automóvel raro e valioso à venda era um norte-americano Cord, de 1936, que já foi Best of Show em Lindoia. Na sua frente, um Cadillac, de 1925, preparado para competição. Muitos automóveis valiosos para restaurar, como um Rolls-Royce 1923 e um raro Buick da década de 1950, conversível, completamente enferrujado, oferecido por R$ 50 mil.

Desnecessário lembrar que, nas ruas da cidade próximas ao encontro, outras dezenas de automóveis foram oferecidos com os tradicionais cartazes ou pintura “Vende-se” com preço e telefone. O dono de um Fusca bem conservado que mora lá deve ter sido tão assediado que colou no vidro o cartaz “Não vendo”...

E cerca de 300 barracas com peças, livros, acessórios e equipamentos de automóveis, antiquários, material militar, cartazes, bombas e calibradores de postos antigos, lambretas, bicicletas, telefones, miniaturas e qualquer outro artefato do passado.

Tempo Matador, famosa picape alemã de 1948, era outro modelo a ser restaurado (Boris Feldman/EM/D.A Press)
Tempo Matador, famosa picape alemã de 1948, era outro modelo a ser restaurado


CHUVANo espaço reservado aos colecionadores, entre os poucos que se destacavam estavam um Graham Paige 1928 (acabou eleito Best of Show), um Hupmobile de 1923, um Rolls-Royce Phantom de 1935, um Chevrolet Nomad de 1959, um Talbot de 1923 e um Cadillac limusine de 1929.

São Pedro não deve gostar de carro antigo, pois foram raros os momentos de sol em Águas de Lindoia. O encontro foi de sexta-feira, dia 27, até o feriado de 1º de maio, na terça. Sábado e domingo não parou de chover um minuto. A dona de uma butique estava feliz com o movimento de capas de plástico, que ela comprou por R$ 0,30 a unidade e vendeu dezenas por R$ 15 cada uma...

Harch, 1939 (Boris Feldman/EM/D.A Press)
Harch, 1939



Todos os espaços para a exposição (e venda) de automóveis eram no gramado que faz o ( belo) paisagismo de Burle Marx da praça principal da cidade. Milhares de metros quadrados de pura lama.

Como a festa da premiação na segunda, dia 30, à noite, seria ao ar livre, a organização do evento decidiu promovê-la dentro do Hotel Monte Real, projetando fotos dos veículos premiados em vez do tradicional desfile. Só os quatro automóveis que receberam os mais importantes prêmios marcaram presença ao vivo.



sexta-feira, 4 de maio de 2012

Kasinski Prima 150

Kasinski Prima 150: a prima da Vespa
Scooter traz (belo) estilo italiano, (boa) mecânica chinesa, preço atraente e garantia de três anos


Kasinki
O design é um dos pontos fortes do Prima: linhas lembram a Vespa italiana, assim como a pintura bicolor


Na hora de sair do trabalho, dou aquela rápida sapeada na internet para conferir o trânsito. Tinha “caído o mundo” naquele fim de tarde, e algumas ruas e avenidas estavam alagadas. O resultado? Nada menos que 200 km de lentidão em São Paulo. “Hoje é dia de levar duas horas para chegar em casa, num trajeto que normalmente gasto 40 minutos”, pensei. Mas na garagem da Editora Globo não me esperava um carro de teste, e sim a melhor alternativa para fugir dos congestionamentos: um scooter, o Kasinski Prima 150.
Antes de encarar o engarrafamento, uma rápida vistoria. Dos scooters à venda no Brasil, o Prima é o que mais se assemelha à original Vespa italiana, da Piaggio. O desenho da carenagem e, principalmente, a pintura bicolor dão um chame extra ao modelo da Kasinski. Não sei o quanto o painel e o banco caramelo dessa versão vinho (há também preta e amarela) vão durar sem encardir, mas o efeito é bem bacana. Pena que o acabamento ainda não esteja no nível de Honda Lead ou Yamaha Neo: não é difícil encontrar rebarbas nas peças plásticas.
Uma vez acomodado, chama atenção o quadro de instrumentos, bem completo para um scooter. Há velocímetro, marcador de combustível e conta-giros, além do hodômetro (só faltou um reloginho digital). Outro diferencial está no bocal do tanque na parte externa (geralmente fica sob o banco nesse tipo de moto), muito prático de usar – basta girar a chave para destravar a tampa. Por falar no tanque, ele tem bons 7 litros de capacidade, o maior da categoria.


Kasinski
Posição de pilotagem pode ser mais reta, com os pés para baixo, ou inclinada, com os pés apoiados na carenagem dianteira


Ao lado do bocal existe um prático espaço para pequenos objetos, mas falta uma tampinha com chave (item oferecido por alguns concorrentes). Dessa forma, os pertences ficam desprotegidos da chuva e podem cair em alguma manobra mais brusca. Em compensação, o bagageiro sob o banco é bem generoso: cabe um capacete fechado e ainda sobra espaço para a mochila do dia a dia. Além disso, o compartimento vem forrado com carpete (que pode ser retirado para lavagem).
Dada a partida, o motor 150 cc agrada pela suavidade de funcionamento, com pouca vibração. De fabricação chinesa, o propulsor PZ (Piaggio Zongshen) é o mesmo que equipava as Vespas LX 150 até 2005 – depois elas ganharam injeção eletrônica. O único pênalti do motorzinho é a presença do velho carburador, o que exige um período de aquecimento da máquina antes de funcionar a plenos pulmões (além de ser indicado não deixá-lo sem ligar por muitos dias). Rivais como Lead e Suzuki Burgman já aderiram à eletrônica.


Kasinski
Boas sacadas do projeto: compartimento sob o banco é generoso (e ainda vem forrado), enquanto o tanque fica na parte externa

Mesmo carburado, o Prima é esperto. “Essa motinho é valente, hein?”, diz, surpreso, nosso auxiliar de testes Alexandre Silvestre. Concordo com ele. Dono de uma 300 cc, eu posso dizer que, na cidade, senti pouca falta da minha moto. Isso porque a relação peso/potência desse Kasinski é muito boa, com 12,2 cv para apenas 106 kg. Assim, o modelo revela acelerações e retomadas animadas. O segredo é manter o motorzinho em giro elevado (de 5 mil a 8 mil rpm), pois o torque de 1,1 kgfm está disponível somente a 7 mil rpm. Mas o bom é que, mesmo a 80 km/h, você pode exigir do acelerador que o Prima responde.
O teste definitivo foi levar o Silvestre na garupa. Somados, eu e ele superamos os 160 kg. E mesmo assim o Prima não negou fogo, inclusive nas ladeiras. O peso extra, porém, agravou um problema: os freios deixam a desejar. Ainda que tenha disco na dianteira, o sistema apresenta resposta lenta e pouco eficiente, “borrachuda”. Em algumas situações, como descidas levando garupa, parece que a moto não vai parar, exigindo força nas mãos. Por outro lado, o câmbio CVT deixa a condução bastante relaxada. É só acelerar e frear.


Kasinski
Rodas aro 13 ajudam na estabilidade. Painel tem conta-giros e iluminação azulada, mas o acabamento poderia ser mais caprichado


Fácil de pilotar, o Prima também revela bom comportamento. As suspensões são macias e absorvem bem os buracos, o que proporciona maior conforto e segurança na condução – ela reclama apenas em pisos mais judiados. A estabilidade garantida pelas rodas aro 13 (melhor que os aros 12 de alguns rivais) agrada nas curvas e desvios dos carros, mas no começo é preciso se acostumar com a frente um pouco leve. Quanto ao carona, houve divergências: uns reclamaram da posição das pedaleiras (muito alta), outros acharam mais cômoda que nos concorrentes. O banco largo é confortável e ajuda na acomodação.
Lançado por R$ 5.990, o Kasinski Prima hoje é vendido a promocionais R$ 5.390 – com direito a capacete grátis em algumas concessionárias. É um valor atraente se comparado ao de modelos mais tradicionais, como Lead (R$ 5.690), Neo (R$ 6.590) ou Burgman (R$ 5.990). Pelo motor mais forte, design e garantia de três anos, essa Kasinski aparece como boa opção para quem procura um scooter diferenciado. Ah, e sabe quanto tempo levei para chegar em casa naquele dia? Menos de meia hora!




















quarta-feira, 2 de maio de 2012

esportivos estreiam


Três esportivos estreiam com preços atraentes... lá fora
Focus ST, Golf GTI Cabrio e Subaru BRZ são acessíveis no exterior

   Divulgação
VW Golf GTI Cabrio e Subaru BRZ estreiam no Reino Unido, enquanto o Focus ST chega às lojas norte-americanas


A crise econômica pode até estar complicando a vida dos ingleses e norte-americanos. Mas a oferta de modelos esportivos por lá continua bem atraente. Essa semana FordSubaru e Volkswagen anunciaram os preços de três esportivos novinhos – e inéditos no Brasil. Nos Estados Unidos, o Focus ST foi anunciado por US$ 24.495 (R$ 46,3 mil), enquanto no Reino Unido o cupê BRZ e o Golf GTI Cabrio estrearam por £ 24.995 e £ 29.310 (R$ 76,7 mil e R$ 89,9 mil).

Preparado com um kit esportivo e exibindo belas rodas aro 18, o Focus ST (de nova geração) usa o moderno bloco 2.0 Ecoboost turbo a gasolina, de quatro cilindros e 255 cv de potência. Já o Golf GTI Cabrio, lançado noSalão de Genebra, é a versão conversível mais rápida de todos os tempos do modelo, e vem equipada com o conhecido motor 2.0 turbo de 210 cv. Já o Subaru BRZ – o único do "trio" com tração traseira – usa o propulsor 2.0 Boxer de 200 cv de força. 

   Divulgação
Para reforçar a esportividade, motor 2.0 Ecoboost turbo do Focus ST é acoplado a um câmbio manual de seis marchas

   Divulgação
Único do trio com tração traseira, o cupê Subaru BRZ acelera de zero a 100 km/h em rápidos 6,4 segundos

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Segundo a Volkswagen, a versão conversível do Golf GTI leva 7,3 segundos para arrancar de zero a 100 km/h









BMW


Ex-Designer da BMW faz esboço do novo Mini
Próxima geração do compacto retrô inglês será revelada em 2013

Editora Globo
Chamado de F56 na BMW, o futuro Mini Cooper, segundo Sonny Lim, será parecido com o conceito Rocketman


A nova geração do hatch inglês Mini Cooper está prevista para estrear só no fim de 2013, no Salão de Frankfurt (Alemanha). Mas o designer Sonny Lim, ex-funcionário da BMW DesignWorks, estúdio norte-americano da montadora alemã (e atual dona da Mini), rabiscou alguns esboços de como deve ficar a próxima geração do modelo retrô, prevista para chegar às ruas em 2014. 

Visualmente, o Mini Cooper vislumbrado por Lim terá muitos elementos do conceito Mini Rocketman, mostrado no Salão de Genebra de 2011. Faróis e lanternas, por exemplo, mantêm o formato atual, mas possuem anéis luminosos que contornam os desenhos. Já a área envidraçada aparece maior, enquanto a carroceria é ligeiramente menor em relação ao Cooper de hoje. 

Segundo Sonny Lim, o próximo Mini Cooper será mais fiel ao conceito do Mini original – que tinha formas bem compactas. Na mecânica, a expectativa é de que a próxima geração use uma nova família de motores com três cilindros, injeção direta e turbocompressor. O projeto é chamado dentro da BMW de F56 e prevê um carro bem moderno para brigar com concorrentes recentes, como Audi A1Fiat 500 e Citroën DS3


Editora Globo
Assim como os faróis, as lanternas de Lim mantém o formato atual, mas são ôcas e têm contornos luminosos


Editora Globo
Segundo Lim, o futuro Mini deve ter uns 3,57 metros de comprimento, bem menos que os 3,69 m do Cooper atual



terça-feira, 1 de maio de 2012

Porsche Panamera 2013

Porsche Panamera 2013 flagrado em vídeo
Esportivo de quatro lugares ganhará pequenos retoques


Porsche
Parte inferior do para-choque do Panamera 2013 traz novos recortes


O Porsche Panamera 2013 parou para abastecer em um posto de gasolina em Stuttgart, na Alemanha. Foi o que bastou para que um observador atento sacasse o celular e fizesse um vídeo que registra rapidamente os pequenos retoques que o esportivo de quatro lugares receberá em sua nova linha. As mudanças se preocupam, principalmente, em aproximar o desenho do modelo aos demais carros da linha Porsche, com direito a mais recortes na seção inferior do para-choque traseiro. O bom é que, com a rapidez do motorista em tentar fugir da câmera, ainda ficou registrado o grave ronco do Panamera na aceleração.

Confira o vídeo:



Shelby GT 500

Novo Shelby GT 500 terá V8 de 671 cavalos
Muscle car será o mais potente da história do selo


   Divulgação
Novo Shelby GT ganhou 112 cv de potência em comparação ao modelo anterior


Todo esperavam que o novo Ford Shelby GT 500, que terá o motor V8 mais potente já produzido, seria o mais forte da história. Agora a marca divulgou os dados oficiais do modelo, medidos em dinamômetro, e é oficial: as expectativas foram superadas.

   Divulgação
Detalhe do interior do muscle car
O muscle car será equipado com motor 5.8 L V8 de impressionantes 671 cv de potência e torque de 87,2 kgfm. Em comparação a seu antecessor, o Shelby ganhou 112 cv de potência. O chassi passou por mudanças para garantir que as imperfeições do asfalto não gerem instabilidade para o motorista. Outras diferenças desse modelo são a grade frontal e o splitter que garantem melhor aerodinâmica em velocidades até 257 km/h.
Segundo a Ford, dentre todos os veículos com mais de 557 cv de potência, o novo Shelby GT500 é o menos poluente.

   DivulgaçãoModificações na grade frontal e novo splitter aperfeiçoaram a aerodinâmica do V8 mais potente

   DivulgaçãoApesar de ter aumentado o desempenho, montadora garante que consumo de combustível diminuiu